A chuva estala o chão lá fora dizendo que tenho que ir embora.
Embora pra onde? Pra sempre hoje ou pra sempre sempre?
Não importa...
Seguindo o batuque da água que goteja tento escorrer o sono e criar forças pro que me espera atrás da porta. Mesmo que lá fora seja só o meu hoje.
Um hoje feito de tédio onde amores e suas dores ainda não procuram o seu lugar.
Vivendo a arte sem arte e a vida sem vida procuro com o tudo um nada para ressuscitar o boneco onde fui inserida.
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