O que faço não tem nada a ver com o que faço.
Refaço.
Refazendo o nada que tem a ver com o tudo mais não quer dizer coisa alguma escrevo refazendo ideias que não se ligam com as ideias antigas e por tanto deveriam seguir uma sequência. Das injúriosas frases que me ofenderão num futuro próximo pela estupidez presente ganho de brinde ficar com sono amanhã. Não pretendo escrever um bom texto nem falar de amores ou desamores, dores, sorrisos ou o que quer que seja de idiota e infantilmente comum que eu possa sentir. Só quero tirar de mim esse fardo de guardar esse nada há dias e por tanto, mais uma vez, ao reler esse lenga-lenga de coisa nenhuma ver que realmente o fardo de não sentir nada sentindo que sente. De não fazer nada sentindo que há o que se fazer. De não ter ideias sentindo que tem. Ficarão gravados para sempre no espaço tempo como se fossem um pouco de milho no chão para que eu me ajoelhe e peça perdão embora ao mesmo tempo eu refaça o nada e com o passar do tempo minha quantidade de milho aumente. Quem sabe talvez seja suficiente para fazer uma pipoca e ver um bom filme inútil e quem sabe, mais uma vez, repetir o ciclo até o fim de quem sabe o que.
O que faço não tem nada a ver com o que faço.
Faço.
Refaço.
Faço.
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