quelque chose m'a dit:
- Vas-y! Prends la!
E eu peguei a bière
Um pouco beurré eu procuro a idéia
Parce que je ne peux pas commencer sans elle
Tu comprends?
Hein?
Eu preciso dela...
quarta-feira, 31 de março de 2010
segunda-feira, 29 de março de 2010
Pontuação
Desenho nosso final com um ponto.
Descartando aquela vírgula,
Que na realidade era uma pausa maior;
ponto e vírgula.
"Pinto o recomeço entre aspas"
(mas nossa história fica sempre entre parênteses...)
[talvez depois (ela) fique entre colchetes também]
{e é por isso que uso a chave, para abrir a porta da saída}
- E sempre tendo uma só fala - diz uma pessoa vazia - Ponto
Descartando aquela vírgula,
Que na realidade era uma pausa maior;
ponto e vírgula.
"Pinto o recomeço entre aspas"
(mas nossa história fica sempre entre parênteses...)
[talvez depois (ela) fique entre colchetes também]
{e é por isso que uso a chave, para abrir a porta da saída}
- E sempre tendo uma só fala - diz uma pessoa vazia - Ponto
domingo, 28 de março de 2010
Porque as pessoas tem problemas... Que responderia eu à uma pergunta que não se faz? Não sei o que se passa mas minha língua tem querido falar demais. Talvez seja o excesso da contenção. Ou a falta de uma simples conversa, daquelas que a gente joga fora. Mas ao mesmo tempo minha seleção pessoal me impede de manter contato com quem ela desclassifica. Dai posso voltar ao início: Porque as pessoas tem problemas... Que responderia eu à uma pergunta que não se faz? Círculos... O problema é que isso gera a probabilidade do recomeço. Então eu retomo: Minha seleção pessoal... Ela desclassifica...
quinta-feira, 25 de março de 2010
quinta-feira, 18 de março de 2010
Porção de um nada
Sentimento sem dono
talvez por isso infiel
dançando sem parar
troca de par com leveza
e sem complicação
Ou talvez
seja esta leveza
o extremo contrário
Com sua voz suave
espalha o mais fino veneno
que a cada parte dissipada
o preço que no final paga
é ser somente uma porção
de uma poção invisível
e (ou) por isso
inexistente
talvez por isso infiel
dançando sem parar
troca de par com leveza
e sem complicação
Ou talvez
seja esta leveza
o extremo contrário
Com sua voz suave
espalha o mais fino veneno
que a cada parte dissipada
o preço que no final paga
é ser somente uma porção
de uma poção invisível
e (ou) por isso
inexistente
quarta-feira, 17 de março de 2010
Reflexos da impotência
Isto recomeça...
A ausência
das idéias (geniais)
que se interessantes
de noite
de dia
nem tanto
Isso recomeça
A permanência
da impotência
que se forte
durante o dia
mais forte ainda
durante a noite
Isso recomeça
A boneca sem vida
que me encara
e cara-a-cara
permanecemos mortas
sozinhas
e à dois
A ausência
das idéias (geniais)
que se interessantes
de noite
de dia
nem tanto
Isso recomeça
A permanência
da impotência
que se forte
durante o dia
mais forte ainda
durante a noite
Isso recomeça
A boneca sem vida
que me encara
e cara-a-cara
permanecemos mortas
sozinhas
e à dois
domingo, 14 de março de 2010
Implicantes ou A valentia da covardia e vice-versa
Um coração covardemente valente pela ousadia de não ousar esperneia. Sente mentindo que não. Uma parte bate, late, grita, chora. Mas a que controla, ignora. Um coração covardemente valente tenta, no plano imaginário... Mas o valentemente covarde olha, ensaia e quando viu, já foi embora... O coração valente na hora da covardia briga pelo medo de algo que talvez nem seja e que acaba efetivamente não sendo. O coração covarde na hora da valentia briga pelo que não é. E se assim... Sempre... Jamais será.
quarta-feira, 10 de março de 2010
Uma parte ou outra
Uma parte de mim grita
A outra cala
Uma parte de mim chora
A outra engole, o choro
Uma parte de mim ama
A outra... não quer
Uma parte de mim quer ser
A outra não se importa
Uma parte de mim deita e rola dizendo que sabe o que quer
Pra outra tanto faz...
Uma parte de mim age
A outra finge que não vê
Uma parte de mim tenta
A outra,
mesmo sem fazer nada,
vence.
A outra cala
Uma parte de mim chora
A outra engole, o choro
Uma parte de mim ama
A outra... não quer
Uma parte de mim quer ser
A outra não se importa
Uma parte de mim deita e rola dizendo que sabe o que quer
Pra outra tanto faz...
Uma parte de mim age
A outra finge que não vê
Uma parte de mim tenta
A outra,
mesmo sem fazer nada,
vence.
Passos que talvez
Passos apertados que andando em círculos puxam uma corda que enforca. Meu pescoço. Do ser hoje talvez eu escolha o ser amanhã. Que talvez seja pra sempre amanhã. Do que fui ontem talvez eu não escolha ser sempre. Mas talvez que eu seja pra sempre. Do ser sincera talvez que eu escolha ser pelo meio, metade mentindo pra mim e a outra pra você. E talvez que esta seja uma verdade por inteiro. Dos passos que apertam e cobram talvez eu vire um deles, puxando minha própria corda. Ou talvez que não. Talvez que quase sempre talvez... Mas uma coisa é certa, que talvez eu sempre me confunda mesmo sabendo que acho que serei amanhã, igual a hoje, ou não.
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