domingo, 14 de março de 2010

Implicantes ou A valentia da covardia e vice-versa

Um coração covardemente valente pela ousadia de não ousar esperneia. Sente mentindo que não. Uma parte bate, late, grita, chora. Mas a que controla, ignora. Um coração covardemente valente tenta, no plano imaginário... Mas o valentemente covarde olha, ensaia e quando viu, já foi embora... O coração valente na hora da covardia briga pelo medo de algo que talvez nem seja e que acaba efetivamente não sendo. O coração covarde na hora da valentia briga pelo que não é. E se assim... Sempre... Jamais será.

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