sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Flor morta

Você aparece e desaparece de acordo com as folhas que caem no outono e os botões que florescem na primavera.
Do sorriso quase apagado crio inimagináveis contos.
Das lembranças, umas lembranças a mais...
Do esquecer de pensar perceber o próprio esquecimento.
Da sua ausência: você.

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